Trajetória

CONHECENDO MELHOR O WAGNER DO SINJUS

Tenho 40 anos, sou casado, tenho três filhas e uma netinha.
Foi nas ruas do Céu Azul que comecei ainda menino a minha vida de trabalhador, vendendo picolés e salgadinhos nos jogos de domingo.
Aos 14 anos, minha mãe conseguiu me inscrever como menor aprendiz na ASSPROM (Associação Profissionalizante do Menor) e assim conquistei a primeira carteira assinada.
Comecei trabalhando como office-boy em um escritório de advocacia e, depois, fui para o TJMG.

O SENTIMENTO NO CÉU AZUL É DE RENOVAÇÃO POLÍTICA

“Acompanho há muito tempo a vida política no Céu Azul.
Venho observando um crescente desejo de renovação. Gente jovem e gente mais idosa, professor ou aluno, comerciante ou funcionário…
Tenho ouvido que é preciso renovação de métodos e de pessoas. Que precisamos construir novas formas de fazer e vivenciar a política aqui no nosso bairro, na nossa região, onde vivemos e construímos os nossos sonhos.

O mandato de vereador não precisa ser uma muralha. A atuação do vereador pode e deve ser construída em conjunto com os moradores, por meio de práticas participativas e democráticas. Só assim a política resgatará sua função primordial de ponte entre as pessoas e as instituições.

Junto com os moradores, de forma coletiva e democrática, quero ser a voz do Céu Azul na tribuna da Câmara de BH, servindo como seu representante legítimo.”

NO SINDICALISMO, EMERGE A VOCAÇÃO PARA A LIDERANÇA

A grande virada veio em 2002, quando passei no concurso para oficial judiciário do TJMG. Já como servidor do Judiciário, continuei meus estudos e me formei em Direito, e a pós-graduação em Poder Judiciário e Licitações. A vivência no dia-a-dia da classe me levou a abraçar a luta sindical. Em 2014 fui eleito coordenador geral do SINJUS-MG, o Sindicato dos Servidores da Justiça de Segunda Instância de Minas Gerais. Fui reeleito em 2017. Este ano estou como diretor Jurídico, atualmente licenciado.

“À frente do SINJUS-MG, vimos que só a luta garante conquistas.

Vimos também que a representação institucional é uma destas frentes de luta. É assim com os professores e os policiais, por exemplo. Eles têm deputados federais, eles têm deputados estaduais, eles têm vereadores. Os servidores da Justiça ainda não têm.

A representatividade começa pela Câmara de BH, capital de Minas, sede do TJMG. Passa por fazer do gabinete na Câmara uma extensão das lutas dos servidores!”

INCENTIVAR O VOLUNTARIADO, A INICIATIVA CIDADÃ E A AÇÃO SOCIAL

A vivência no SINJUS-MG e a experiência à frente da luta institucional me despertaram para a ação social, a iniciativa cidadã e o voluntariado.

Assim é que em 2016 idealizei e criei junto com um grupo de amigos do Judiciário a Associação Mais Justiça, uma ONG de atuação educativa e social.

Por meio da nossa iniciativa, centenas de pessoas de baixa renda e moradores de áreas de vulnerabilidade social puderam se preparar melhor, e gratuitamente, para disputar concursos públicos.

Esse foi o propósito inicial da Mais Justiça, mas fizemos muito mais.

  • Prestamos assistência jurídica gratuita a pessoas necessitadas.
  • Arrecadamos brinquedos para o Natal Solidário.
  • Coletamos material escolar para ajudar quem precisa.
  • À frente da campanha “Fim da Linha”, compramos a briga contra o uso do cerol e da linha chilena.
  • Nas fortes chuvas que castigaram BH no início deste ano, a Mais Justiça atuou na mitigação dos danos sobretudo para os moradores da periferia.

“Esse conjunto de experiências servirá como base para desenvolvermos o que é uma vocação do mandato: incentivar e fortalecer as ações de voluntariado em Belo Horizonte, para que prosperem e cresçam como iniciativas cidadãs.”

A LUTA CONTRA AS INJUSTIÇAS E OS DESMANDOS

Lutar contra injustiças sempre foi um norte em minha vida.
Já me levaram inclusive a “comprar briga” com gigantes como o CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Uma delas foi em 2016, quando encabecei uma ação popular contra o pagamento de auxílio-moradia para juízes e desembargadores mesmo se esses tivessem casa própria na cidade de atuação. O tema ganhou repercussão nacional e levou o órgão a rever as concessões de auxílio.
Uma outra ação que encabecei foi a denúncia da chamada “licitação da lagosta do Supremo”, em 2019. Inconformado com um processo licitatório de R$ 1,1 milhão que corria no STF, ingressei com ação popular e denunciei o abuso. O caso ganhou repercussão nacional e fez o STF rever o processo.
Também em 2019, denunciei a nomeação imoral de um jovem de 19 anos, com nível escolar médio, para um cargo no TJMG, sem concurso, com remuneração maior que a recebida por um médico concursado em início de carreira. A ação popular repercutiu na imprensa mineira e levou à exoneração do nomeado.

“Essa experiência de fiscalização do dinheiro público pode ser replicada na Câmara de BH. O Legislativo Municipal pode muito nesse sentido, principalmente cobrando a máxima transparência em todos os contratos, licitações e gastos que envolvem o dinheiro do contribuinte belo-horizontino.”

JUSTIÇA MAIS PRESENTE NO MEIO AMBIENTE

Á frente do SINJUS-MG, lideramos também campanhas com impacto nas questões relativas ao direito à moradia e sustentabilidade urbana e ambiental. Uma delas teve como objetivo cobrar do TJMG agilidade na implantação da Vara do Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo. Pouca gente sabe, mas uma lei estadual de 2008 determina que o Judiciário crie essa estrutura, mas ela só existe no papel.

“Se essa estrutura já estivesse funcionando, as centenas de famílias atingidas pelos crimes de Mariana (2015) e Brumadinho (2018), por exemplo, poderiam ter algum alento com julgamentos mais céleres e justos. Por isso defendo que essa é uma pauta que tem tudo a ver com a Câmara Municipal, uma metrópole com 2,5 milhões de habitantes e crescente demanda por melhores condições ambientais, sanitárias e habitacionais.”

UMA CANDIDATURA COM HISTÓRIA E COM PROPÓSITO

Minha pré-candidatura é pelo PDT, mesmo partido que concorri em 2016, em uma experiência muito positiva. Tivemos 2.195 votos, a 2ª maior votação no partido. De lá para cá, ganhei mais experiência, ampliei os contatos, me tornei mais presente na política. Por isso digo que estou ainda mais animado.

“O propósito de nossa candidatura é esse:
Levar para a Câmara Municipal de Belo Horizonte a vivência acumulada na defesa do servidor da Justiça e do serviço público, as iniciativas sociais e educativas na Associação Mais Justiça, o combate às injustiças e desmandos e, ainda, o franco sentimento de verdadeira renovação política que prospera em BH e no Céu Azul. Essa é a base do Gabinete de Luta e Cidadania que pretendemos implantar na Câmara Municipal de Belo Horizonte!”